Artigo Original 1 - Prevalência de Úlcera por Pressão em Idosos com Imobilidade Prolongada em Domicílio
Abstract
O estudo objetivou verificar a prevalência de úlcera por pressão(UPP) nos entrevistados, caracterizar o perfil sociodemográfico e clínico e descrever a UPP quanto à localização anatômica e categoria de desenvolvimento. Estudo exploratório descritivo, quantitativo, aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal do Piauí, CAAE: 01.600.045.000-09. Realizado com 28 idosos com imobilidade prolongada cadastrados em sete Equipes da Estratégia Saúde da Família de Teresina-PI. Dados coletados de novembro/2009 a janeiro/ 2010, utilizando um roteiro de entrevista semi-estruturado, complementado pelo exame-físico. A maioria dos idosos era do sexo feminino com 21(75%) e a faixa etária predominante foi de 71 e 81 anos, 12 (42,9%). Existiam pelo menos duas comorbidades associadas em 14(50%) dos idosos, e as mais prevalentes foram: a Hipertensão Arterial Sistêmica 18(64,3%), seguido por Diabetes Mellitus e Acidente Vascular Encefálico, ambos existentes em sete(25%), ressalta-se que três(10,7%) entrevistados não possuía nenhuma comorbidade. A prevalência de UPP’s foi de quatro(14,3%), e os idosos que apresentaram os agravos, tinham uma ou mais lesões, totalizando oito UPP’s, das quais três na categoria I e três na II, duas no III e nenhuma na categoria IV, acrescenta-se que todos os idosos portadores de UPP, desenvolveram uma lesão na região sacral. Conclui-se que a ocorrência de UPP foi elevada no grupo pesquisado, embora, menor que a média nacional. Há necessidade de intensificação da educação em saúde e ações de acompanhamento dos idosos em situações de risco para desenvolvimento de UPP, visando prevenção e melhora da qualidade de vida.Descritores: Úlcera por pressão. Enfermagem. Prevalência.AbstractIntroduction: The aims of the study were to estimate the prevalence of pressure ulcers (PUs), assess the anatomical location and category of PUs, and characterize the sociodemographic and clinical profile of participants. This exploratory, quantitative study was approved by the Research Ethics Committee of the Federal University of Piauí (approval CAAE 01.600.045.000-09). The study was conducted with 28 elderly patients immobile for prolonged periods, who were enrolled in seven Family Health Startegy units in Teresina (Piauí, Brazil). Data were collected from November 2009 to January 2010 through a semi-structured questionnaire complemented by 64.3%) followed by diabetes mellitus (n = 7; 25%) and stroke (n = 7; 25%); 3 (10.7%) patients had no comorbidity. Four patients (14.3%) developed one or more PUs for a total of 8 lesions, of which three were Category I, three were Category II, and two were Category III, but no Category IV PU was found. All patients with PUs had an ulcer in the sacral region. Prevalence of PUs was high in the study sample, although lower than the mean Brazilian rate. There is a need to intensify health education and monitoring interventions in elderly patients at risk of developing PUs for prevention and improved quality of life.Descriptors: Pressure ulcer. Nursing. Prevalence.ResumenIntroducción: El objetivo del estudio fue determinar la prevalencia de las úlceras por presión (UPP) en los encuestados, caracterizar el perfil sociodemográfico, clínico y describir la UPP en relación a la localización anatómica y categoria de desarrollo. Estudio exploratorio, cuantitativo aprobado por el Comité de Ética e Investigación de la Universidad Federal de Piauí, CAAE: 01.600.045.000-09. Realizado con 28 pacientes adultos mayores con inmovilidad prolongada inscritos en siete equipos de la Estrategia Salud de la Familia de Teresina-PI. La recolección de los datos fue realizado de Noviembre/2009 a Enero/2010, utilizando una guía de entrevista semi-estructurada, complementado con un examen físico. La mayoría de los adultos mayores eran del sexo femenino con 21 (75%) y el grupo etario predominante fue de 71 a 81 años, 12 (42 9%). Fue identificado que había por lo menos dos comorbilidades asociadas en 14 (50%) de las personas mayores, siendo los más frecuentes: hipertensión arterial sistemica 18 (64,3%), seguida de la diabetes mellitus y accidente vascular encefalico, ambos desarrollados en siete pacientes (25%); cabe destacar que tres (10,7%) de los encuestados no tenían ninguna comorbilidad. La prevalencia de UPP fue de cuatro (14,3%) y los adultos mayores que tuvieron alguno de estas alteraciones , tuvieron una o mas lesiones siendo un total de ocho UPP, de las cuales tres en la clase I y tres en la clase II y dos en la clase III y ninguna en la categoría IV, destaca que, todos los pacientes portadores de UPP, desarrollaron una lesión en la región sacra. Se concluye que la aparición de UPP fue elevada en el grupo estudiado, y fue menor comparado con el promedio nacional. Existe la necesidad de intensificar la educación sanitaria y las medidas de seguimiento de los adultos mayores en situación de riesgo para el desarrollo de UPP, con el objetivo prevenir y mejorar la calidad de vida.Palabras clave:Úlcera por presión. Enfermería. Prevalencia.IntroduçãoOs idosos constituem uma parcela significativa da população brasileira e representam um contingente 20.590.599 milhões de pessoas com 60 anos ou mais de idade, segundo Censo 2010, perfazendo um total de 11% da população, sendo a maioria de mulheres, equivalendo a 6% do total de idosos. Portanto a população brasileira vem envelhecendo de forma acelerada, porém em condições sócio-econômicas e culturais desfavoráveis1.Acrescenta-se que os idosos geralmente, são acometidos por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) dentre elas a hipertensão, diabetes, depressão, osteoporose, Mal de Parkinson, demências como o Mal de Alzheimer, além de diminuição da sensibilidade, da acuidade auditiva e visual, perda do equilíbrio, que intensificam o risco de quedas e fraturas, que podem ocasionar a restrição ou perda da mobilidade, deixando-os acamados mais susceptíveis a agravos como as úlceras por pressão (UPP)2.A definição internacional de UPP segundo a EPUAP/NPUAP é uma lesão localizada da pele e/ou tecido subjacente,normalmente sobre uma proeminência óssea, resultante de pressão, ou pressão combinada com cisalhamento. Às úlceras de pressão, também estão associados fatores contribuintes e de confusão, cujo papel ainda não se encontra totalmente esclarecido3.As UPP ocorrem em pacientes acamados ou com restrição da mobilidade e estão associadas a fatores de risco, tais como: idade avançada, sensibilidade reduzida, nível de consciência alterado, umidade excessiva, obesidade, alterações nutricionais, pressão prolongada sobre o tecido, fricção, cisalhamento, eventuais fraturas, alguns medicamentos, doenças cardiovasculares, DCNT como Acidente Vascular Encefálico (AVE) e hipertensão arterial sistêmica (HAS), entre outros2, 4. Um dos mais importantes fatores predisponentes para o desenvolvimento de lesões na pele está associado às fragilidades decorrentes do processo de envelhecimento da pele e das condições peculiares de cada idoso cuidado, o que pode ocasionar alterações na qualidade de vida dessas pessoas, bem como sequelas advindas do aumento do tempo de imobilidade no leito, demandando planejamento de ações de reabilitação e recuperação do idoso5.O envelhecimento está acompanhado pela progressão da fragilidade fisiológica, como redução da mobilidade, declínio ou ausência de consciência, as quais ocasionam descontrole das funções anal e urinária, e a exposição da pele a umidade excessiva, deixa-a mais vulnerável à maceração e enfraquecimento de suas camadas superficiais facilitando o desenvolvimento de UPP 6, 7.A prevalência de UPP é um importante indicador para avaliação da qualidade da assistência prestada ao paciente, e constituem um sério problema de saúde, ocorrendo em aproximadamente 9%, de todos os pacientes hospitalizados, sobretudo os idosos, e em 23% dos pacientes acamados com cuidados domiciliares, as UPP são agravos que podem ter resolução complicada e normalmente estão associadas à dor, deformidades e tratamentos prolongados, entretanto, uma assistência de enfermagem efetiva e individualizada, pode apressar a recuperação e contribuir para o conforto e bem-estar dos pacientes4.8,.No domicilio os idosos devem receber os cuidados dos familiares e serem assistidos pelos profissionais da Estratégia Saúde da Família, que periodicamente devem realizar visitas domiciliares para orientar a família acerca dos cuidados necessários para a prevenção de novas enfermidades e complicações, bem como o surgimento das UPP9.Dimensionar e registrar a prevalência de agravos como as UPP é essencial para considerar e repensar como a presença desse agravo interfere na qualidade de vida, devido a incômodos relacionados à autoimagem, os custos financeiros, riscos de infecção, tempo despendido no tratamento, longos períodos de hospitalização e as complicações ocorridas por causa das UPP.Através desses registros é possível compreender a problemática em que as lesões se inserem e realizar o planejamento, implementação e avaliação de um plano terapêutico e de cuidados, assim como ações preventivas e que reduzam as complicações decorrentes do desenvolvimento das UPP4.Diante do crescimento da população do grupo da terceira idade e da maior vulnerabilidade destes ao desenvolvimento de UPP, é possível observar a importância e necessidade de estudos que visem orientar as políticas públicas e da assistência à saúde para a melhoria na qualidade de vida dos idosos.ObjetivoFrente ao exposto objetiva-se nesse estudo verificar a prevalência de UPP em idosos com imobilidade prolongada, caracterizar o perfil sociodemográfico e clínico dos entrevistados e descrever as lesões quanto à localização anatômica e categoria de desenvolvimento.MétodosTrata-se de um estudo exploratório, descritivo, transversal, de abordagem quantitativa e incluiu sete (7) Equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) dos bairros: Vila Santa Rita, Promorar e Santo Antônio, localizados na zona sul da cidade de Teresina, no Estado do Piauí.Buscou-se identificar os idosos com imobilidade prolongada cadastrados em cada equipe, e estes foram visitados pelas pesquisadoras acompanhadas por um Agente Comunitário de Saúde, perfazendo um total de 33 idosos, contudo cinco foram excluídos da pesquisa, pois não se encontravam acamados ou com imobilidade prolongada no momento da visita. A coleta dos dados ocorreu no período de 18 de novembro de 2009 a 26 de janeiro de 2010, mediante entrevista utilizando um formulário semi estruturado, complementado pelo exame físico.O formulário é constituído por três partes: a 1ª parte é referente aos dados sóciodemográficos: idade, sexo, naturalidade, escolaridade, renda mensal; a 2ª parte corresponde aos dados clínicos: doenças pré-existentes e a 3ª parte para avaliar as condições da pele quanto à presença de úlceras por pressão, à localização anatômica e categoria de evolução.O exame físico dos idosos foi realizado no sentido céfalo-caudal, atentando para inspeção e avaliação da pele principalmente das regiões de proeminências ósseas. Quando encontrada a UPP foi classificada em categorias de I a IV e duas recomendações, indeterminada, quando recoberta por tecido necrótico e suspeita de lesão tissular profunda, conforme preconiza a EPUAP/NPUAP.A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal do Piauí, sob o número: 01.600.045.000-09. Aos sujeitos participantes e aos responsáveis pelo idoso foi apresentado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido - TCLE, inclusive solicitando autorização para fotografar a área restrita à UPP, respeitando assim os princípios dispostos na Resolução nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde10.Após a etapa da coleta, os dados obtidos foram tabulados e submetidos à análise estatística descritiva por meio do software SPSS, versão 16.0, e apresentados em tabelas.ResultadosDurante o estudo foram entrevistados 28 idosos com imobilidade prolongada no domicilio, ou seja, idosos acamados totalmente ou parcialmente e cadeirantes, imobilidade decorrentes de Acidente Vascular Encefálico, fraturas causadas por quedas, deficiência visual ou idade muito avançada, nesse grupo foi pesquisada a prevalência de UPP, o perfil sociodemográfico e clínico, e a descrição das lesões quanto à localização anatômica e categoria de desenvolvimento. Considerando que dos 28 pacientes da amostra, quatro apresentaram UPP, a prevalência foi de 14,3 % e se distribuiu com uma (3,6%) UPP de maneira uniforme em cada faixa etária (Tabela 1).Quanto ao perfil sociodemográfico dos idosos a faixa etária variou de 61 a 101 anos de idade, sendo que a predominante foi entre 71 e 81 anos com 12 (42,9%), 21(75%) era do sexo feminino. No que se refere à escolaridade 18 (64,3%) não eram alfabetizados. A maioria dos entrevistados 18 (64,3%) era natural do interior do estado do Piauí e 24 (85,7%) com renda individual de um salário mínimo.A Hipertensão Arterial Sistêmica estava presente na maioria da amostra pesquisada, correspondendo a 18 (64,3%) dos idosos, seguida por Diabetes Mellitus com sete (25%) e Acidente Vascular Encefálico com sete (25%). Ressalta-se que houve casos de Doenças degenerativas, como o Mal de Parkinson com dois (7,1%) e de Alzheimer com um (3,6%), e de três (10,7%) idosos que não possuíam nenhuma comorbidade. (Tabela 2)Nesse estudo 14 (50%) dos idosos entrevistados tinha pelo menos duas comorbidades associadas, ressaltando-se que alguns tinham três ou quatro comorbidades concomitantes, as patologias em maior associação foram o Diabetes Mellitus (DM) e a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) que ocorreram em quatro (14,3%) dos entrevistados, o Acidente Vascular Encefálico ocorreu em sete (25%) dos idosos em associação ou não com outras patologias, sendo muitas vezes responsável diminuição ou perda da mobilidade dos entrevistados.Das UPP identificadas, as categorias I e II apresentaram a mesma prevalência, cada uma com três lesões, na categoria III ocorreram duas úlceras e na categoria IV não foi identificada nenhuma lesão. As UPPs se apresentavam nas regiões sacra, calcânea, trocantérica e maleolar e todos os idosos que possuíam úlceras por pressão, as desenvolveram na região sacra, sendo que três dos quatro idosos acometidos pelo agravo os apresentaram em mais de uma localização anatômica.
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